Porque, se, pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, *muito mais* os que recebem a abundância da graça e do dom da justiça reinarão em vida por um só, Jesus Cristo.
(Rm 5:17)
Devo admitir francamente que por mais de dez anos me ocupei, no meu ministério, com os aspectos da Cruz que tratam do pecado e de seu poder, mas um dia recebi revelação! Eu era como um galho que havia sido arrancado, e agora deveria ser ligado, enxertado nEle, o tronco da vida. Não somos unidos a Ele somente na semelhança de Sua morte, mas também na Sua ressurreição. Pude ver porque Paulo, em Romanos 5:10, estava insistindo para que eles reconhecessem ainda um outro muito mais: "... fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho, muito mais estando já reconciliados, seremos salvos [diariamente libertados do domínio do pecado] pela sua vida de ressurreição" (Amp.).
Assim como não devemos separar a morte de Cristo para o pecado da morte do crente com Cristo para o pecado, também não podemos separar nossa união na morte da nossa união na vida de ressurreição. A vida cristã não é uma vida modificada. É uma vida substituída! "... não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim" (Gl 2:20). Esta vida não é algo que nós mesmos podemos produzir. É literalmente um viver por meio da vida de Outro. [...]
(DeVern F. Fromke)
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